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Question Everything .is/listening
Written by Joana Rita Sousa / 22.04.2019

Continuamos o nosso trabalho de curadoria

Podemos começar este “cabaz de links” com uma mão cheia de lugares comuns: que o tempo passa rápido e “como assim já estamos em Abril?”; que Abril é o mês das águas mil; que daqui a nada é verão e depois quando dermos conta já é Natal.

Começar desta forma situa-nos no tempo e permite-nos reforçar muitos dos pensamentos que lemos aqui e ali, nos blogs ou noutras redes sociais. A situação e o contexto são fundamentais para enquadrarmos citações e imagens que nos chegam caídas do nada. Também o trabalho de curadoria levado a cabo pela equipa ActiveMedia se encontra embrulhado numa determinada situação e contexto. Não descrevemos aqui o caminho que nos levou a tropeçar neste ou naquele texto ou vídeo e com isso permitimos que cada um dos leitores crie o seu contexto, a sua situação, para o encontro com estes conteúdos.

 

Vamos à leitura? Livre, lenta e longa (sim, a inspiração surgiu do tema livre, leve e solto).

 

 

Propostas (in)decentes: desligar, fazer nada e o abandono da ideia de que devemos perseguir a felicidade

 

A busca do equilíbrio pode muito bem passar por desligar e dizer não, aproveitando o tempo para praticar o “conhece-te a ti mesmo”:

It’s okay to leave your cell phone at home sometimes. It’s okay to unplug your land-line for a while. It’s okay to not look at your email today. It’s okay to not answer the door for the Jehovah’s Witness. It’s okay not to go to the party you were invited to.

It’s okay to set these types of boundaries and not feel bad about it or justify it to anyone.

 

Nesse processo, descobrimos o prazer de nada fazer e também o (a?) NOMO:

The Necessity Of Missing Out. On a very basic level, NOMO is just related to rest — the necessity of rest and reflection and this less active state. It’s amazing to me how little rest some people allow themselves, and how little I allow myself sometimes. I think missing out sometimes is necessary for most people right now.

 

“Ah e queremos todos ser felizes!” – podemos colocar isto em causa? Podemos!

Just a few short years ago, I did everything to chase happiness.

  • You buy something, and you think that makes you happy.
  • You hook up with people, and think that makes you happy.
  • You get a well-paying job you don’t like, and think that makes you happy.
  • You go on holiday, and you think that makes you happy.

But at the end of the day, you’re lying in your bed (alone or next to your spouse), and you think: “What’s next in this endless pursuit of happiness?

 

Continuamos o nosso trabalho de curadoria 1

Redes sociais: TikTok

 

Conhece a rede TikTok? Nós também não. Convém estar atento, pois parece que anda por aí a mudar o mundo (de quem a usa, em primeiro lugar):

Hello, person who is, statistically speaking, a human adult aged approximately “millennial” to “boomer.” The analytics suggest a high likelihood that you’re aware there is an app named TikTok, and a similarly high likelihood that you’re not totally sure what it’s all about.

Até o Gary Vaynerchuck está atento:

But the fascinating part is, TikTok is making it easier for them to become content creators. It 1) allows them to create content that they would not otherwise be able to make as easily on their own, and 2) gives them a framework they can play or create within.

For example, the TikTok app gives people tools like filters, control over video speed, access to professional audio and more. Even if you’re not the best lip-syncer, you can still create something fun on TikTok with a music background.

 

Continuamos o nosso trabalho de curadoria 2

Afinal, para que serve um telemóvel?

The Butterfly is about the size of an electric shaver. It is battery-powered and contains microchips rather than piezoelectric crystals, so it usually won’t break if dropped. (That was accidentally tested a few times during a week that a reporter spent in rural Uganda with Dr. Cherniak’s team.)

 

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