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Written by Jorge Oliveira / 20.09.2010

A longa vida de um site

A longa vida de um site

Ao dia de hoje faltam mesmo muito poucos dias para esta empresa fazer 8 anos de existência. E pela primeira vez, digo eu, temos um site decente no ar. Decente em vários sentidos, principalmente na vertente do conteúdo, que ao dia de hoje é uma das mais importantes.

Levámos tempo a chegar aqui… mas chegámos. É isso que importa.

Ainda me lembro do nosso primeiro site, muito conceptual, todo em flash, a dizer tudo sem dizer nada. Tinha um jogo e um cubo que se podia imprimir e montar. Arqueologia precisa-se! 🙂

Ao fim de quase um ano conseguimos lançar um site mais completo, já com alguns projectos em carteira. Pouco tempo depois percebemos que era um beco sem saída. Já nada daquilo nos agradava e principalmente tinha dificuldades em crescer ao mesmo ritmo. E com o lançamento do blog essa falha ainda se agravou mais. Queríamos ter o mesmo grau de liberdade na publicação e na criação de novos conteúdos.

Resultado? O site foi abaixo e deixámos ficar uma breve página só com noticias e ligação ao blog. Para nos sentirmos pressionados a fazer o novo. Ó engano! 🙂

Passaram dois anos e a dita página lá estava.

Mais um projecto e 30 ideias e o trabalho que não nos largava, felizmente. Até pensámos em subcontractar uma daquelas empresas que diz que faz por 150 euros. Mas não chegámos a tanto. Conseguimos lançar uma página de portfolio outra vez para nos pressionar. Pelo menos desta vez as pessoas já podiam ver alguns trabalhos, menos mal.

E assim se passaram mais… 2 anos.

Mas desta vez tinha que ser. E já está!

Finalmente temos o portfolio navegável por áreas de serviço, a descrição dos serviços, os case-studies (ainda só está um mas outros surgirão), o Labs, onde iremos disponibilizar truques, dicas e pedaços de código, integrámos o blog mas não lhe mudámos o sentido e vamos mantê-lo plural, e finalmente apresentamos a equipa e contamos a história. Tudo isto com a capacidade de crescer e mudar e alterar e…

Posto assim parece que fizemos o caminho marítimo para a Índia, mas de facto não há “pior” cliente que nós próprios no nosso próprio trabalho.

Espero que gostem. Para nós foi um prazer e a sensação de termos derrotado o “monstro” deixa-nos satisfeitos. Qualquer coisa já sabem… andamos por aqui e esperamos os vossos comentários.