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Written by Jorge Oliveira / 13.04.2012

A Microsoft e os pré-conceitos

Estava para aqui a pensar até onde o nosso preconceito nos pode levar a toldar o nosso julgamento ou discernimento em relação a qualquer assunto. E sim, como toda a gente, também eu tenho os meus pré-conceitos, assumo.

A Microsoft é um deles… mas hoje fiquei com a impressão de que algo está a mudar. Culpa da nova sede em Lisboa? É capaz!

Piscar de olho

Vi a notícia da inauguração muito de passagem, mas o suficiente para me deixar curioso, acrescentei à lista de leituras mais um ou dois artigos em blogs, hoje fui ver o vídeo oficial, e concordando com o Rodrigo Saraiva, isto parece ser um bom sitio para se trabalhar.

Gosto da abordagem do espaço livre, da tecnologia cada vez mais móvel, da aparente liberdade de circulação e de poiso, da luz. Gosto da utilização dos materiais portugueses em novas abordagens.

Mas chamou-me especial atenção a profusão de ecrãs tácteis e outros espalhados pelos espaços. Fiquei curioso e tenho que encontrar forma de lá ir espreitar e tocar em alguns ecrãs, para experimentar a relação que pretendem estabelecer e a mensagem que pretendem passar.

Porque afinal, a tecnologia é uma coisa pouco importante se não lhe soubermos dar uma utilidade para além do gadget.

Mudar pré-conceitos

E afinal? Forma-se uma nova imagem da Microsoft na nossa cabeça? Uma nova sede tem poder para isso? Para mudar a marca e a sua imagem construída ao longo de anos e anos? Uma boa integração de ecrãs no espaço e um bom conceito de comunicação digital levam-nos a isto?

Em definitivo, o digital signage é um touch point da marca e faz parte do seu ecossistema? Sim, sem dúvidas.