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Shared by Joana Rita Sousa / 10.12.2018

O verdadeiro cabaz de Natal. Ou então não, são só links.

O nosso cabaz de Natal é composto de artigos que nos assaltaram, nas últimas semanas. Falamos de ideias óbvias, de desamigar as pessoas  – e de mais uma coisinha ou outra. Não temos frutos secos, vinho do Porto ou broas para vos oferecer – mas todas estas coisas podem alimentar-vos durante a leitura destes artigos.

 

Para “fazer atenção” em 2019

Consumers have been skittish about the notion of artificial intelligence (AI) invading their homes: What if robots take over the world? Who’s spying on me? Who’s listening to my conversations? But now those same consumers are starting to embrace the new technology in their personal lives and businesses.

 

Gestão de tempo: ou sim ou sopas?

É um desafio diário: dar conta das tarefas, das reuniões, dos e-mails, das solicitações. Como gerir?

We overcommit ourselves. We don’t like to disappoint people, so we tell them what we think they want to hear. We feel pressure in the moment and don’t stop to consider how much pressure we’ll feel later. We don’t think through how much time things will actually take — and we don’t leave enough slack time in our days to handle the (inevitable) emergencies and delays.

A criatividade do óbvio

“When you ask creative people how they did something, they feel a little guilty because they didn’t really do it, they just saw something. It seemed obvious to them after a while,” Steve Jobs told Wired in 1996. “That’s because they were able to connect experiences they’ve had and synthesize new things.”

 

Os nossos clientes são humanos: não se reduzem ao dinheiro que gastam connosco

Julia McCoy escreveu recentemente num artigo:

“The sales funnel really gives companies, and executive teams, the wrong idea of who is buying from them. A human is buying from us. Not a percentage. Not a robot. Not a “conversion ratio.” A human, in the end. I think sometimes many of us forget that simple fact.”

sales funnel marketing lifecycle pathway

 

Desamigar: como fazíamos isso, na era a.F. (antes do facebook)?

Eliminar alguém das nossas redes sociais é um acto pesado, sobretudo quando a rede trata esse alguém como amigo. No twitter ou no instagram parece ser mais fácil, pois só podemos seguir ou deixar de seguir. No facebook pedimos amizade. E quando esta acaba? Desamigamos a pessoa. Acontece que nós já fazíamos isso, muito antes do facebook. Ora espreitem este artigo: Before Facebook: This Is How We Used to Unfriend People Back Then.

 

Boas leituras!