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Shared by Joana Rita Sousa / 04.09.2018

Desligar, ligar, aprender, comunicar, distrair: alguns dos verbos que dão conteúdo à “cabazada” desta semana

A “cabazada” de links desta semana inclui artigos que embalaram as nossas leituras na última semana. Setembro é, para muitos, aquele mês de (re)começos e nada como ter uma mão cheia de provocações para pensar para servir de “banda sonora” ao novo mês.

 

A responsabilidade de aprender: 5 horas por semana, eis o desafio.

What do they see that others don’t?

The answer is simple: Learning is the single best investment of our time that we can make. Or as Benjamin Franklin said, “An investment in knowledge pays the best interest.”

This insight is fundamental to succeeding in our knowledge economy, yet few people realize it. Luckily, once you do understand the value of knowledge, it’s simple to get more of it. Just dedicate yourself to constant learning.

Concentração máxima versus distrações – e uma geração que opta por desligar

Com tanta “janela aberta” e com tantos dispositivos que nos permitem estar perto de quem está longe, a concentração parece mais um mito do que uma prática. No livro Deep Work, do professor norte-americano Cal Newport, fala-se e reflecte-se sobre a concentração e sugerem-se estratégias para sermos bem sucedidos. Os amigos do Shifter explicam tudo neste artigo Como atingir a concentração máxima num mundo cheio de distracções.

Por outro lado, há quem defenda que as distrações fazem parte de nós, do nosso cérebro: 

“The brain can’t process everything in the environment,” explains Ian Fiebelkorn, an associate research scholar at the Princeton Neuroscience Institute (PNI) and one of the authors of the paper. “It’s developed those filtering processes that allow it to focus on some information at the expense of other information.”

Noutras notícias: um artigo que nos fala dos adolescentes que optam por desligar. Dizem eles que:

“You start doing things that are dishonest,” says Amanuel, who quit social media aged 16. “Like Instagram: I was presenting this dishonest version of myself, on a platform where most people were presenting dishonest versions of themselves.”

Dar os parabéns e pensar: “ó tempo, volta para trás #sqn”

40 anos. Parabéns, e-mail marketing!

Lembram-se das frases que se usavam há meia dúzia de anos? Ok, talvez um pouco mais. Cassetes, VHS, disquete, fax – rings a bell?

 

“E ainda”

Já ouviram falar na Twitch? Lê-se  neste artigo que é para miúdos e graúdos.

“It’s times like these time and time again” (Foo Fighters): Life friendly Design. Desenhar e redesenhar as nossas vidas tal e qual uma aranha. Um artigo sobre nós. Nada de particularmente novo, é só mais um doce puxãozinho de orelhas seguido de um festinha.

Partilhamos, ainda, uma última provocação para pensar sobre as ameaças à liberdade.

 

Boas leituras!

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