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Shared by Joana Rita Sousa / 05.02.2018

Influenciadores & afins

conhecem o The White Moose Café? bom, se não estiveram em Dublin talvez não conheçam o espaço físico em si. eu conheço a marca por ter tropeçado nela no snapchat, há uns tempos e por ter ficado fã do Paul, o senhor que é a cara, o corpo e tudo o mais neste negócio.

vale a pena ler este artigo no qual o Paul conta, em detalhe, a história de uma proposta de colaboração (?) de uma blogger ou influencer. o Paul fala-nos na ausência de personalização do e-mail que recebeu, da forma como protegeu a identidade da pessoa no post que fez, bem como da reacção da SMI (social media influencer) às publicações, denunciando a sua identidade.

aconselho a leitura do artigo do Paul, AQUI, que termina desta maneira:

POINTS TO NOTE

  1. This whole fiasco indicates that there is no authenticity, honesty or transparency in influencer marketing.

  2. I never intended to reveal her name, but as it so happens, the revealing of her name seems to have had a positive outcome financially on both parties involved.

  3. The person or people who doctored the image I shared in order to reveal her name are responsible for outing her.

  4. If you are a good blogger, the brands will come to you. Don’t go begging to them. Have some dignity. Play hard to get.

  5. I must be psychic.

  6. Using humour is a very effective method of getting an important underlying message across to customers.

  7. SMI uses dramatics as a means of making money.

  8. Using the cyber-bullying card as a means of ‘cashing in’ is not cool.

  9. If you are big and bold enough to put yourself in the public eye, you are big and bold enough to take whatever nastiness comes your way on the chin.

  10. Some people are more deserving of free accommodation than others.

 

e já agora, leiam este artigo do New York Times, sobre influenciadores e bots.

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