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Shared by Joana Rita Sousa / 22.06.2018

Mudanças, turismo, twitter, conteúdo e sexo

Esta foi uma semana de grandes emoções: o país tem parado à conta dos jogos do Mundial e o Verão espreita, timidamente, entre uma trovoada ou outra. Por aqui, na Active Media, continuamos a cruzar-nos com artigos sobre os mais variados temas. Desta vez até inclui um artigo sobre orgasmos femininos.

Aqui fala-se sobre tudo. E também sobre sexo.

 

Mudanças: como acompanhar?

Estamos no turbilhão do crescimento exponencial. Enquanto humanidade vamos ter de aprender colectivamente a viver com as constantes mudanças. E enquanto profissionais do digital?

Why does this matter in the age of acceleration? To me, it seems that ethics help fortify yourself against the wave of constant technological advancement. This will keep you from becoming smitten with new technology and help you elevate your work to ensure your designs support missions that you truly believe in. As technology’s pace accelerates, your ethics keep you grounded.

E por falar em mudanças: já repararam como a cidade de Lisboa mudou, nos últimos anos? Devemos pensar em turismo sustentável ou cultura sustentável? É esta a proposta lançada neste artigo sobre o turismo exacerbado em Lisboa. Interessante pela ordem cronológica, bem como pela partilha de dados e factos.

 

Navegar num mar sem fim – de (des)informação

Vamos afogar-nos em informação – ou em desinformação? O artigo é do Alexandre Gamela e pode ser lido no medium. 

Information is not knowledge. Still, we’re droning, echoing whatever struck a chord within us, no matter fact or fiction, seagulls furiously scavenging the freshest litter. What else is there to do? We cannot afford to leave ourselves out of the squabble.

Information is water, essential, the cleaner the better. It’s part of us, and though we should not drink it tainted, we are responsible for its lack of purity. We spit more than we drink.

 

 

Uma morte anunciada, um reinado que não se questiona

“O twitter vai morrer” – é uma expressão que já ouvimos, uma e outra vez, pela voz de conhecidos marketeers da nossa praça. A televisão também já teve a sua morte anunciada, uma e outra vez. Afinal, parece que o twitter renasceu das cinzas.

“The root of Twitter’s problems was they were scared at iterating the product,” Greenfield said. “Twitter, at the end of the day, is a machine learning challenge. All the great information is there; it’s about surfacing it to the right people at the right time.”

“In January 2018 video was 90% of our overall Twitter spend compared to 75% in January 2017,” Aaron Goldman, CMO of 4C Insights, a marketing technology company and Twitter Ads API partner, told BuzzFeed News. 4C’s clients ran more than $1 billion in ad spend through its service last year.

“Live content and that video association is huge for us,” Jimmy Bennett, head of media and social strategy for Wendy’s, told BuzzFeed News. “It will continue to be a world that we look into invest in, and innovate with, and get creative around.”

Dizem que o conteúdo é rei. Nem questionamos, pois não? Então, em vez de repetirmos a frase mecanicamente, vamos lá compreender os motivos para tal afirmação. Este artigo ajuda-nos a compreender melhor.

 

Let’s talk about sex

Entre os 1001 tabus associados ao sexo, encontramos o mistério relacionado com os orgasmos femininos. Elas dizem que fingem, eles fingem acreditar (ou acreditam mesmo?). Um estudo publicado no The Guardian revela que afinal:

At this point, women and men diverge. For a start, the man is more likely to have had an orgasm than a woman. A recent national study in the US found that 95% of heterosexual men and 89% of gay men said they always climaxed during sex. In heterosexual women, the rate was 65% (but in lesbians 86% ). This is called the “orgasm gap” and it is usually filled by lying: 67% of heterosexual women admitted faking an orgasm in a 2010 study, while 80% of men were convinced their partner never faked it. I look at that gap, and see the clitoris.

 

 

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